Reflexões filosóficas sobre a vida em sociedade: sociedade e justiça social à luz de Agostinho de Hipona
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.18111057Palavras-chave:
Justiça. Justiça social. Agostinho. Ordem. Paz.Resumo
Ao ater-se à sociedade humana, observa-se manifestamente a presença da miséria e desordem em muitos aspectos deste corpo social. Se fracionando em muitas perspectivas, a sociedade estabelece-se como ambiente emergente de grandes desigualdades e iniquidades cometidas por membros desta mesma sociedade. Apesar de todas as injustiças, todos os seres humanos buscam cada qual sua própria paz. Esta não concretiza-se sem ordem, já que ambos os termos em algum grau se equivalem. A Justiça, por sua vez, tendo como objeto dar a cada um o que é seu, se concretiza como um bem restaurador da ordem por excelência e particularmente necessária à natureza humana, desde sua corrupção. A justiça social é almejada como bem remediador indispensável à sociedade e à ordem deste corpo social, portanto deve-se almejar compreendê-la e exercê-la prezando pelo bem da natureza dos indivíduos.
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